"Em Platão fora uma essência desinvidualizada.
Em Aristóteles, uma espécie.
Nos escolásticos, um filho sem vontade própria.
Em Descartes, um pensamento.
Em Espinosa, um modo de Deus.
Em Kant, um sujeito.
Em Schelling, uma pura transcendência.
Em Hegel, o mesmo espírito.
Em Comte, um facto social.
Em Marx, um factor histórico-dialéctico."
Ismael Quiles, Sartre e o Existencialismo.
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