domingo, 4 de março de 2012

O amor e o conhecimento como evolução de mentalidades

Cada vez mais me deparo que o amor é algo racional. Defini-lo será inútil e a um certo ponto será até ridículo. E se por ventura passar algum limite então serei eu demasiado ignorante ou demasiado irracional para falar do amor.

O amor e o conhecimento, para mim, estão intimamente ligados e são ambos dois campos demasiado infinitos para a vida humana, enquanto que, ao mesmo tempo, são capacidades humanas infinitas. Quanto mais racionais mais nos apercebemos que nunca iremos saber amar totalmente.
Dentro de mim, só vou poder afirmar que amei ou que conheci algo no último dia da minha vida. Nesse dia não terei oportunidade de conhecer um amor superior aquele que eu mais amei. E por isso, no último dia da minha vida resta-me ser ridícula e agarrar o sentimento mais forte que vivi. Talvez apenas para sentir que dei tudo de mim a alguma coisa. Talvez seja esta a forma de não morrer, depositando tudo o que fui naquilo que eu mais amei.

4 comentários:

  1. eu já estava á procura do botão para meter "gosto" no teu comentário! meu deus ahah

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    1. risada tu, facebook a mais ahah

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    2. o homem cria hábitos, gostava de saber qual é aquele que está na base de todos. qual é dinis?

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