sábado, 7 de abril de 2012

"Se Deus está morto, então tudo é permitido!"



Cairei num niilismo profundo.
Desvalorizarei qualquer sentido de ser, qualquer razão.
Entrarei numa dimensão surreal vista desta. Onde a vida não é nada mais do que algo sem nexo, onde reina um ciclo repetitivo e onde o grande conhecimento se rege em aceitar o maior vazio após a minha morte. Estou, e estamos, naquela ampulheta que se vira novamente (e novamente) de igual forma, que nos foca e nos atormenta no nosso liberto e autónomo agir. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário