Cairei num niilismo profundo.
Desvalorizarei qualquer sentido de ser, qualquer razão.
Entrarei numa dimensão surreal vista desta. Onde a vida não é nada mais do que algo sem nexo, onde reina um ciclo repetitivo e onde o grande conhecimento
se rege em aceitar o maior vazio após a minha morte. Estou, e estamos, naquela
ampulheta que se vira novamente (e novamente) de igual forma, que nos foca e nos
atormenta no nosso liberto e autónomo agir.
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