Olho para a humanidade.
Rio e choro simultaneamente de todos vós.
Tão ridículos. Tão pobres almas gastas.
Enquanto rio só desejo morrer.
Apagar-me no meu mais profundo riso,
tão doentio quanto eu.
Olho agora para mim.
Encaro-me tão profundamente,
que juro não me conhecer.
Aniquilo-me e renasço.
Também eu me rio e me choro...
Porque no fundo vocês não se encaram.
E eu quero tanto deixar de me conhecer.
Quero ser só um eco de um riso.
Eu apenas quero:
rir e morrer.
er.
er.
er.
er.
r.
.
DO BOM
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