E é por isso que te abandono.
Onde eles estavam?
Quando, como duas
crianças ciladas,
Zelávamos em nós a
perpetuidade do destino?
Ver os primórdios da
benevolência das nossas almas...
Tornarem-se numa violência conflagrada dos nossos espíritos.
É por isso que me despeço.
Até podia sucumbir e fenecer tudo em mim.
Nunca o meu espírito jogará a servidão e a soberba.
Morre em mim.
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