É
noite de vigília.
O
Vento talha os corpos
Nas sombras
devassas da escuridão.
Os devaneios
zelam-nos a alma,
Em pequenos
presságios,
Enquanto se
safra a alma no meio das arenas.
Estorvam-se
as palavras,
Como quem se aprisiona nas pedras que atira ao mar.
Como quem se aprisiona nas pedras que atira ao mar.
-Presos e
hirtos no tempo,
Rudes do peso do sopro,
submergem do soçobro azul.-
Rudes do peso do sopro,
submergem do soçobro azul.-
Amarrados à
flor da idade da criatura,
Lá os
encontro - Penhascos imóveis cobertos de musas.
Cantando o
alento sórdido e belo, desgosto,
Entre os
confins e o além-túmulo da criação.
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