A passagem da vida e da morte
Da data e do recinto,
Quero ver-te trocar de pele,
Renasceres num corpo, em marés.
Em afogo de palavras,
De coisas.
Quero ver-te vestir o sangue dos mortos.
Passar os portões da morte,
E sorrir-te a dentro de mares azuis.
Não sei o que é o mundo.
Eu diria:
Um corpo.
O meu corpo.
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