Era uma estranha mecânica que me penetrava os olhos.
Batia-me fundo, doía-me no profundo do meu inferno. Era um amontoado de
qualquer coisa que permanecia na progressão de um sofrimento aprisionado.
Pontos de pressão sufocavam-me a garganta e libertavam-na com um golpe rápido e
leve. O ardor e a pressão propagavam-se pelo ar.
(E a máquina crescia)O tempo esgotava-se, diluía-se.
Espesso e negro, combustível.
completamente livre de razão, de amor e de ódio.
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