Sejam o horizonte, quando serenos.
E o mar, quando bravos
Sejam eu, quando nada quiserem ser.
Encarno o vosso corpo.
Rasgo-o,
Aquele nosso inferno ventre!
Gritos estridentes!
E o vento?
Quando calmos.
Perco-me.
Já não sei ser.
Se estou serena,
Apago-me no horizonte,
Se me exalto
afundo-me no mar.
MEU DEUS, ESSA ESTROFE
ResponderExcluirSe estou serena,
Apago-me no horizonte,
Se me exalto
afundo-me no mar.
É O QUE ANDO A SENTIR